Laboratório de Pesquisa em Doenças da Superfície Ocular - LPDSO


As doenças da superfície ocular (DSO) constituem uma das causas mais frequentes de procura aos ambulatórios de Oftalmologia. Elas compreendem um grupo heterogêneo de doenças, que têm em comum a presença de pelo menos uma das seguintes características fisiopatológicas: mudança na composição do filme lacrimal, alterações palpebrais, destruição das células-tronco limbares, processo inflamatório e alterações na inervação da córnea. São exemplos de DSO de potencial gravidade: olho seco grave - que engloba síndrome de Stevens–Johnson (SSJ), síndrome de Sjögren e Doença do Enxerto Contra Hospedeiro (DECH), queimaduras químicas e ceratite neurotrófica. O tratamento da DSO ainda é um grande desafio. As modalidades terapêuticas utilizadas rotineiramente na prática clínica permitem controle inflamatório e suplementação do filme lacrimal, na tentativa de melhorar a cicatrização e o conforto dos pacientes. Entretanto existem várias limitações e efeitos colaterais associados. Novas técnicas utilizando terapia celular figuram como opções inovadoras neste cenário.

AVALIAÇÃO DE NOVAS TÉCNICAS DE TERAPIA CELULAR EM DOENÇAS DE SUPERFÍCIE OCULAR
Superfície ocular; terapia celular; olho seco; ulcera de córnea

MONICA DE CASSIA ALVES



FAPESP




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